Capa do livro: CULTURA, EDUCAÇÃO E MOVIMENTOS SOCIAIS: experiências e questões para o século XXI

CULTURA, EDUCAÇÃO E MOVIMENTOS SOCIAIS: experiências e questões para o século XXI

Autores: Isabel Cristina Chaves Lopes (org.)

livro impresso
de R$ 42,90 por
livro digital
de R$ 42,90 por

Disponibilidade: 2 Dia(s)
+ Prazo de Frete

Na Compra de 3 livros do site, frete grátis

Na Compra de 2 livros do site, 50% de desconto do frete

Na Compra de 1 livro do site, 15% de desconto do frete

 
Indique para um amigo
Insira seu CEP para calcular o frete:

Sinopse

Coletânea que apresenta, em seu conjunto, subsídios para profissionais e movimentos sociais que estejam buscando refletir sobre suas intervenções sociais nos cenários políticos dos quais participam. Está organizada em dois momentos relacionados por discussões de caráter ético e humanista, como educação, arte e cultura, trabalho e o Estado como espaço político de disputas que possam melhor qualificá-lo como um instrumento democrático.

Detalhes do produto

Editora: EDITORA CRV
ISBN:978-65-5578-255-4
ISBN DIGITAL:978-65-5578-257-8
DOI: 10.24824/978655578255.4
Ano de edição: 2020
Distribuidora: EDITORA CRV
Número de páginas: 166
Formato do Livro: 14x21 cm
Número da edição:1

Sumário

CULTURA, EDUCAÇÃO E MOVIMENTOS SOCIAIS: experiências e questões para o século XXI

Autores

ALEXANDRO CHAGAS FLORENTINO
É jornalista, mestre em Cognição e Linguagem pela Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro e é técnico administrativo em audiovisual da Universidade Federal Fluminense. Ele assina o texto Quando o intelectual intervém na realidade: possibilidades cinematográficas. O trabalho desenvolve-se discutindo o papel político do intelectual e suas possibilidades de relações com o poder institucionalizado e o poder que possui a partir de sua relação específica com o mundo do conhecimento mediado pela ciência. O autor utiliza-se, para ilustrar o desenvolvimento de suas reflexões, do trabalho do cineasta, defendido como um intelectual, como alguém que produz conhecimento através desta arte e o realiza embasando as questões que apresenta no pensamento de Edward Said, Richard Sennet e Michel Foucault. As reflexões que apresenta ajudam a sustentar o debate acerca da qualidade política das relações sociais que almejamos a partir de uma projeção de sociedade mais equânime e justa, e, portanto, das medições educativas necessárias à constituição de uma realidade cultural com tal perfil.

ANDRÉ FERNANDO UÉBE MANSUR
É formado em administração, doutor em Informática na Educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e é professor do Instituto Federal Fluminense (IFF). Nos traz o texto intitulado A influência dos modelos de produção nas mudanças socioculturais e educacionais, que procura apresentar uma relação entre modos de produção e educação ou ensino tecnológico em uma perspectiva de transdisciplinaridade, percorrendo e problematizando modelos capitalistas pós-guerra (americano e japonês) tanto de produção quanto de educação para o setor produtivo. O autor finaliza com a experiência utilizada na Finlândia embasada numa filosofia transdisciplinar.

ANABELA CARVALHO ALVES
É Engenharia de Produção com doutorado em Engenharia Industrial e de Sistemas pela Escola de Engenharia da Universidade do Minho. Nos traz o texto intitulado A influência dos modelos de produção nas mudanças socioculturais e educacionais, que procura apresentar uma relação entre modos de produção e educação ou ensino tecnológico em uma perspectiva de transdisciplinaridade, percorrendo e problematizando modelos capitalistas pós-guerra (americano e japonês) tanto de produção quanto de educação para o setor produtivo. A autora finaliza com a experiência utilizada na Finlândia embasada numa filosofia transdisciplinar.

EDUARDO JOSÉ PEREIRA MAIA
É geografo, doutor em Educação pela Universidade Federal de Minas Gerais e docente da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Ele é o autor de A noção de suporte e a dimensão cultural do indivíduo: uma análise da Vida Social em Caio Prado Junior. O texto faz parte de uma pesquisa que analisa a obra Formação do Brasil contemporâneo, de Caio Prado Junior. Nesta análise, o autor se detém em um aspecto particular, a dimensão do indivíduo em sua obra, especialmente na terceira parte intitulada “Vida social”.

EVERTON WERNECK DE ALMEIDA
É cientista social, com mestrado em Serviço Social pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro e é professor da Secretaria Estadual de Educação do Rio de Janeiro. Ele apresenta A contradição liberdade x dominação sob a égide da acumulação flexível: para pensar educação e movimentos sociais no século XXI. O texto embasa-se em análises desenvolvidas por David Harvey em “17 contradições e o fim do capitalismo “, e procura realizar reflexões sobre a contradição liberdade x dominação, no âmbito das transformações engendradas pela acumulação flexível capitalista. A partir destas, busca orientações para processos educativos e ações de movimentos sociais comprometidos com uma sociedade justa, livre e igualitária.

GEOVANI DO NASCIMENTO
É filosofo, doutor em Educação pela UERJ- Programa de Formação Humana (PPFH) e é docente da Universidade Estadual do Norte Fluminense. Apresenta o texto Eu não nasci no samba, mas o samba nasceu em mim. O texto busca relacionar temas como identidade, representação cultural e subjetividade com os contextos de criação do samba e de sua simbologia. É importante notar, para não fugir ao óbvio, que este trabalho não busca resolver certas querelas antigas relacionadas ao samba, afinal, sua solução estaria em franca contradição com o próprio propósito do trabalho, que é o de interrogar-se sobre um fenômeno cultural que por mais que se tente definir teimosamente insiste em se reinventar.

GABRIELA TAVARES
É cientista social e mestra em Cognição e Linguagem pela Uenf. Apresenta o texto Eu não nasci no samba, mas o samba nasceu em mim. O texto busca relacionar temas como identidade, representação cultural e subjetividade com os contextos de criação do samba e de sua simbologia. É importante notar, para não fugir ao óbvio, que este trabalho não busca resolver certas querelas antigas relacionadas ao samba, afinal, sua solução estaria em franca contradição com o próprio propósito do trabalho, que é o de interrogar-se sobre um fenômeno cultural que por mais que se tente definir teimosamente insiste em se reinventar.

HADMA MILANEZE
É cientista social e mestra em Políticas Sociais pela Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro e doutoranda na Universidade Federal de Viçosa. Seu texto Políticas públicas para a agricultura familiar: uma observação dos estudos sobre o Pronaf é a apresentação de seu projeto de pesquisa. O trabalho envolve um levantamento bibliográfico acerca das políticas públicas voltadas à agricultura familiar, com destaque ao Pronaf, demonstrando que a agricultura familiar engendra uma identidade análoga à do camponês, entrecortada por influências do mercado, na elaboração de critérios de elegibilidade para distribuição de recursos. Disto infere-se sobre a importância de uma cultura popular, concebida como cultura de resistência a processos que minem avanços referentes a autonomias políticas frente ao Estado.

ISABEL CRISTINA CHAVES LOPES (ORGANIZADORA)
É doutora em Serviço Social pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP). Professora Associada II da Universidade Federal Fluminense (UFF) – curso de Serviço Social, onde entre outras atividades coordena o NUCEMS.  Ela é autora de COM ARTE: Contribuições para um programa social para mulheres das classes populares a partir da extensão universitária e do estágio curricular, texto através do qual resgata um trabalho acadêmico, realizado durante cinco anos com mulheres, adolescentes e adultas, residentes em comunidades de periferia, na cidade de Campos dos Goytacazes. Este articulou experiências, mediadas pela arte, com o propósito de afirmação de uma cultura para pensar/agir sobre o cotidiano a partir da formação de individualidades autônomas, sinalizando elementos para uma abordagem de desenvolvimento social mais criativa.

JACQUELINE ALINE BOTELHO LIMA BARBOZA
É assistente social, doutora em Serviço Social pela UERJ e docente da Universidade Federal Fluminense. Em seu artigo, visa reiterar as escolas do campo como necessárias para a construção de um projeto democrático de escola pública no Brasil, portanto, analisa o desmonte do direito à educação nos tempos atuais, refletindo sobre os desafios da construção da educação popular transformadora, enfatizando a importância da luta política e reivindicando o acesso à escola pública como uma luta que interessa a todos na defesa da democracia.

MÁRCIO JOSÉ MELO MALTHA
É cientista social, doutor em Ciência Política pela UFF e professor em Relações Internacionais Inest/UFF. Ele apresenta o texto Desenhando o poder: o ensino de Ciência Política na área de Ciências Humanas, onde, partindo do princípio de que todos podem ser desenhistas, discorre sobre sua experiência docente de ensino em Ciência Política, no Ensino Médio, onde recorre a imagens através do desenho, mais especificamente das charges, fugindo dos contornos de uma orientação pós-moderna, de uma cultura imagética. A atividade é utilizada como ferramenta pedagógica, favorecendo o experimento com a arte de maneira lúdica, num contexto institucionalizado e prenhe de limitações.

REBECA DUARTE
É assistente social, mestra em Políticas Sociais pela Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro e atua profissionalmente no Instituto Federal Fluminense. Ela nos traz o texto Mídia e serviço social: algumas considerações acerca da dimensão educativa do exercício profissional. O texto objetiva refletir, a partir de bases bibliográficas do Serviço Social, além de outras áreas do saber, a importância de um trabalho educativo por parte do assistente social, junto aos usuários de seus serviços, no que diz respeito à influência da mídia oficial no processo de formação de suas opiniões e organização política.